29/05/2017

Magisterium: A Luva de Cobre - Holly Black e Cassandra Clare

OIE! Hoje eu tô aqui pra dar continuidade às resenhas da saga Magisterium. No final de março eu resenhei o primeiro livro e se tu não leu ou quer relembrar, é só clicar aqui. O final do primeiro livro foi marcado por uma revelação imensa que me deixou totalmente perdida sem saber o que ia acontecer com o meu Callum Hunt, mas A Luva de Cobre veio pra mostrar que a amizade do trio principal é mais forte do que nós pensávamos. 

FICHA TÉCNICA

Título: A Luva de Cobre
Título Original: The Copper Gauntlet
Autor(a): Cassandra Clare & Holly Black
Editora: Record, Galera Júnior
ISBN: 978-85-01-10580-6
Gênero: Fantasia, Ficção
Ano: 2015
Nº de Páginas: 300
Sinopse: "Um universo repleto de intrigas, onde crianças aprimoram seus poderes em uma escola de magia chamada Magisterium, com Mestres que temem a volta do mago mais poderoso, e ambicioso, de todos os tempos, o Inimigo da Morte. Nesse volume, o aprendiz de mago Callum Hunt precisa encontrar uma antiga arma mágica roubada do Magisterium. A luva de cobre é capaz de arrancar a magia de uma pessoa e destruí-la completamente. Ao mesmo tempo, ele tem de decidir se conta aos amigos que, dentro dele, vive a alma do Inimigo da Morte, apenas à espera do momento perfeito para retomar sua escalada pelo poder."
Iniciamos o livro descobrindo como anda as férias de Callum na casa de seu pai, depois da revelação que ele não teve coragem de contar para ninguém, nem mesmo para seus dois melhores amigos: Tamara e Aaron. Mesmo não contando para ninguém, Call desconfia que seu pai sabe e, de certo modo, que sempre soube. A atmosfera na casa de Alastair é ainda mais pesada pelo fato de que ele não gosta de Devastação, o lobo dominado pelo caos que Call resgatou no ano anterior. A trama da nova história começa ainda nas férias de Call, quando ele acha alguns "equipamentos" estranhos no porão de casa, como algumas correntes e um desenho na escrivaninha, que revela uma luva de cobre denominada Alkahest - nesse ponto da história Callum ainda não sabe o que ela faz, mas descobre em breve. 

O final das férias de Call é marcado por uma briga entre ele e o pai, movida pela desconfiança que o garoto nutre depois que encontra seu lobo acorrentado no porão. Call vai para a casa de Tamara e descobre que Aaron - o Makar - passou as férias inteiras com ela. O menino fica um pouco enciumado, mas nada que dure por muito tempo. Depois que o trio volta para a escola acompanhados de Jasper, recebem a notícia de que a luva de cobre sofreu um atentado de roubo e foi transferida para outro local, para receber uma proteção maior. Todos eles descobrem juntos as reais funções da luva e como ela é usada, além de conhecerem novos meios de dominar os elementos e aprimorar suas magias. 
(uma pausa rapidinho pra apreciar a beleza dessa capa pq sim, eu acho ela maravilhosa e sim, uma das melhores até agora por vários motivos, mas principalmente por terem incluído o jasper e o devastação )
Eles saem em uma missão para recuperar o Alkahest e impedir que Alastair use-o para matar o Makar, já que Aaron, Tamara e Jasper mal desconfiam do segredo de Callum. Durante a missão eles passam por maus bocados, são atacados por um elemental gigante e, finalmente, descobrem o segredo do Call. PRECISO DIZER QUE ME TREMI TODA NESSA PARTE, TEVE CORAÇÃO ACELERADO SIM E UNHA SENDO ROÍDA SIM. Pensei que eles iriam querer matar o Call? Pensei. Pensei que eles iam dar as costas pro meu menino? Pensei. Mas felizmente nenhuma dessas coisas aconteceu, muito pelo contrário. No final tudo foi resolvido, pelo menos em partes. O Alkahest foi usado, sim, mas não em Call muito menos em Aaron (vocês não vão acreditar em quem muito menos em como aconteceu, mas foi doido pra caramba). Se eu já tinha achado o final do primeiro livro surpreendente, meus amigos, MEUS AMIGOS, vocês nem imaginam o que é o final dessa história. Mais uma vez Holly Black e Cassandra Clare conseguiram me prender do início ao fim; passei nervoso, dei risada das alfinetadas do Call no Jasper e criei um zilhão de teorias.

Leiam, por favor, esse livro maravilhoso. Eu não aceito que uma saga tão extraordinária não tenha o reconhecimento que merece. LEIAM MAGISTERIUM, OBRIGADA, DE NADA E TCHAU!


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22/05/2017

Livro X Filme: Uma Longa Jornada

Desculpem o meu sumiço, mas é que como a maioria de vocês, eu sou feita de fases e tem vezes que eu enjoo daqui e vezes que me dá saudade, então cá estou eu de novo. A vontade de voltar surgiu depois que eu li e assisti Uma Longa Jornada, um livro de Nicholas Sparks, e percebi diversas mudanças do livro pro filme, algumas sutis e outras nem tanto. Senti vontade de compartilhar, então tô aqui. 

ALERTA DE SPOILER (se tu não leu o livro nem assistiu o filme, ressalto que o texto a seguir pode conter spoilers sobre a história)

Antes de mais nada, para que vocês entendam um pouco a história, preciso contar alguns detalhes. Uma Longa Jornada conta duas histórias: a primeira é a de Ira, um cara de 90 e poucos anos que se acidentou e enquanto espera o resgate, revive os maravilhosos anos de seu casamento com Ruth. Juntamente com ele, nós voltamos para o passado, descobrimos como eles se conheceram e como foi a vida de ambos juntos. A segunda história é a de Sophia e Luke: ela é estudante de História da Arte, mora na Casa da Irmandade e terminou recentemente o namoro com Brian, que a traía. Sophia está perto de terminar a faculdade e está a espera de uma oportunidade de emprego em um museu. Do outro lado temos Luke que é um peão de touros que está voltando a ativa, desde que se acidentou um ano antes. O destino de Sophia e Luke se cruzam e, posteriormente, com o de Ira








AGORA VAMOS AO QUE INTERESSA!

Ok, agora posso falar sobre as mudanças que ocorreram. Enquanto no livro iniciamos conhecendo a história de Ira, no filme nós vemos Luke montando há um ano atrás, no dia que foi pisoteado pelo touro e sofreu grandes problemas. Essa é uma mudança sutil e extremamente aceitável, já que é importante sabermos o que aconteceu no passado do Luke. Outra mudança que se enquadra na mesma categoria de 'aceitável' é o fato de Ira ser encontrado logo no início do filme: ao meu ver, essa foi uma das únicas maneiras de vermos o passado dele com Ruth e conhecer a história dos dois na telinha. No livro ele é encontrado somente no final e até ali nós conhecemos a história dele através de flashbacks que ele têm dentro do carro. 



Eu senti falta de conhecer o Brian, admito. Ele é o namorado canalha da Sophia que a traiu e, em parte, foi um dos principais motivos que levaram ela e o Luke a se conhecerem, pelo menos no livro. Além de ser a 'porta de entrada' para a conversa entre os dois, ele ainda armou uma briga contra o Luke quase no final da história. Admito que eu gostaria de ver a briga dos dois, mas infelizmente isso não aconteceu. Preciso falar também sobre a fazenda da mãe do Luke: eu esperava um destaque maior, pelo simples fato de que no livro ela é importantíssima, pois reflete muito nas decisões do dele.



No filme não fica explícito o fato de que Luke está montando para pagar o empréstimo da fazenda, na minha visão eles deram pouca importância a isso. Eles mostram a aversão da mãe dele às montarias, sim, mas em nenhum momento mencionam o fato de que a fazenda está penhorada. Até mesmo porque no livro, quando Luke ganha toda a coleção de Ira, ele vende metade das obras para quitar o empréstimo e as dívidas da fazenda, enquanto no filme não mostram nada disso, apenas uma nova caminhonete, um museu muito do chique e algumas melhorias na fazenda. Eu entendo de verdade que há coisas que devem ser deixadas de fora, mas essa era uma parte extremamente importante da história e eu acredito que o filme teria sido bem melhor e teria mais sentido se a destacasse. 



Por fim, houve outras mudanças mais sutis como a alteração do nome do touro que derrotou Luke e a quantidade de tempo desde a morte de Daniel. Por falar nele, no filme eles também alteraram seu sobrenome e a data de sua morte, que no livro nunca foi especificada. Ah, queria dizer que eu adoro essa história e que ela vale a pena ser lida! ❤ Agora eu quero saber: e tu já leu ou assistiu o filme?

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10/04/2017

Precisamos falar sobre 13 Reasons Why

Com certeza você ouviu falar sobre 13 Reasons Why na última semana, talvez não por esse nome, mas sim por Os 13 Porquês. A nova série da Netflix que estreou no dia 31 de março deu e continua dando o que falar, e mesmo que eu não tenha lido o livro não poderia deixar de assistir. Antes que me julguem por isso: eu não li o livro por falta de interesse, acontece que eu não conhecia a história, passei a conhecer com a série e em breve pretendo ler. Eu comecei a assistir na segunda-feira passada e terminei na quinta; demorei mais do que pretendia pra ver todos os episódios, mas confesso que talvez tenha sido necessário pra que eu não ficasse mais abalada do que já fiquei. 

Que a Hannah morre todo mundo sabe e isso não é spoiler, mas acompanhar todos os passos que levaram a isso não é somente pesado, acaba com qualquer um. Nós conhecemos o Clay, o nerd do segundo ano que é tímido, não vai a festas e não tem - quase - nenhum amigo. Confesso que me identifico com essa descrição, mas isso não interessa agora. Ele recebe uma encomenda em sua casa exatamente uma semana depois que Hannah Baker se matou, aparentemente sem motivo. Eles eram amigos, mas Clay afirma totalmente ao contrário para qualquer um que pergunte. 

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Ele descobre que a encomenda possui 13 fitas, deixadas pela Hannah antes de morrer, contando os 13 motivos e pessoas que levaram ela a tirar a sua vida. Clay fica confuso na maior parte dos episódios e conforme vai ouvindo as fitas - o que acontece extremamente devagar - vai perdendo o controle. Descobrimos que ele tomava remédio para ansiedade anos atrás e ao longo dos episódios vemos que ele voltou a ter pesadelos e o próprio relata que ao ouvir as fitas sofre com ataques de pânico. Isso acontece primeiro porque ele está ansioso pra saber porque está nas fitas, segundo porque se sente impotente de não ter ajudado a Hannah e terceiro por que está com raiva de todos na escola. Há outros motivos, mas tu descobre olhando. No meio de tudo isso Clay pode contar com Tony, seu amigo e pessoa responsável por garantir que todos os 13 porquês ouçam as fitas. 

Como eu li em um texto esses dias, 13 Reasons Why é cheia de diversidade. Há diversos personagens homossexuais que namoram sem problema nenhum e que aparentemente não sofrem nenhum tipo de preconceito. Há também personagens negros e pessoas que levam vidas diferentes. A cada fita que eu escutava o meu coração ficava mais pequeninho. Doía ver tudo que faziam com a Hannah e tu acaba se sentindo mal por querer ajudá-la e por saber que isso acontece nos dias atuais. Os piores episódios pra mim, no quesito de serem os mais pesados, são o 06 e todos a partir do 09. A série não chegou somente para entreter as pessoas, mas para passar uma mensagem. Eles mostram e tratam os adolescentes como adultos, exploram os problemas que todos têm, mostram como é a vida dentro e fora da sala de aula, uma realidade que nem todos os pais conhecem. Li muitos comentários em vídeos no youtube e até no twitter de gente falando que a Hannah se matou pra chamar a atenção, que era drama, que a série é uma porcaria e blábláblá. Eu tenho quase certeza que esses comentários vêm de pessoas que nunca passaram por nada parecido, nunca se sentiram como a Hannah se sentiu ou nunca tiveram um parente/amigo próximo nessa situação. Como uma das lições principais da série é pensar nos outros, não somente na gente, eu recomendo que essas pessoas que nunca passaram por nada parecido não julguem. Melhorem seus pensamentos. Se tu não passou por nada, o colega do lado pode tá passando. 



Eu indico 13 Reasons Why tanto para adolescentes quanto adultos. Os pais precisam ver como é a realidade das escolas, porque infelizmente a maioria é como na série: cheia de alunos metidos que menosprezam os outros, comentários obscenos nas portas e paredes dos banheiros e uma série de acontecimentos que deviam e precisam vir à tona pra impedir que mais jovens sejam uma Hannah Baker ou até mesmo um porquê de outra pessoa. A série está aí pra aprendermos a sermos gentis com os outros e a nunca tirarmos sarros ou fazer brincadeiras desagradáveis. Pode ser engraçado pra mim, mas pra fulano não. Fulano pode se sentir mal com isso. A série está repleta de, como eu vi no twitter, "tapas na cara da sociedade". Os ensinamentos da série devem ser repassados para todos, deviam passar como tema de casa nas escolas os alunos assistirem um episódio por dia. É preciso que todos aprendam a ser menos babacas e cruéis. O mundo está cruel e 13 Reasons Why mostra tudo isso.

Posso dizer que chorei nos três últimos episódios? A Hannah sofreu todo o tipo de agressão que vocês podem imaginar e quando foi pedir ajuda, quando investiu em uma última tentativa de continuar vivendo, teve que ouvir o conselheiro da escola falar que era pra ela seguir em frente. Esquecer. Como se nada tivesse acontecido. Foda, né? Isso faz com que muitas pessoas que passam por bullying e demais problemas pensem em não pedir ajuda, pois acham que vão ouvir a mesma coisa - e infelizmente isso acontece em alguns casos. Além de conhecer a vida da Hannah e todos os porquês por trás de sua morte, nós vemos também problemas enfrentados por outros personagens (a maioria deles é totalmente babaca, mas 1% se salva pelo fato de nunca terem zoado com a Hannah ou por simplesmente terem se arrependido, não que isso apague o que eles fizeram) que nos dão a entender que possivelmente haverá uma 2ª temporada. Posso dizer que amei?

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Nem todos compartilham dessa alegria e vontade de uma continuação, mas o importante é saber respeitar a opinião e o argumento do amiguinho. A série teve uma boa repercussão no mundo inteiro e em apenas uma semana e poucos dias depois do seu lançamento, uma organização de prevenção ao suicídio teve os seus pedidos de ajuda duplicados. O Centro de Valorização da Vida contou que pelo menos 50 pedidos de ajuda mencionaram a série e Hannah Baker. Eu espero de verdade que mais pessoas se conscientizem com os episódios e se tornem pessoas melhores. 

Isso era - e é - pra ser considerado uma resenha, por mais que tenha ficado confuso e longo. Eu só queria deixar claro para vocês os meus pensamentos sobre a série e falar o que muitos já falaram, mas que é preciso continuar falando: cuide com o que tu fala pro outro, cada um leva a vida de uma maneira e tu nunca sabe o que tá passando na vida das pessoas. Elas podem estar em um momento difícil ou não, mas é importante não extrapolar os limites das brincadeiras e oferecer ajuda quando ver que alguém está precisando.

PS: A trilha sonora é muito amorzinho! Quem sabe não vira o próximo tema do Papo Musical? 

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07/04/2017

Você conhece essa banda britânica?

Ei, tudo certo? Algumas semanas atrás eu tava vasculhando o youtube em busca de umas músicas e bandas diferentes pra escutar/conhecer, eis que conheci duas bandas maravilhosas e resolvi compartilhar, porque sempre é bom ter algo novo pra ouvir, né? Vai que vocês também acabam curtindo o som dos caras e acabam inserindo eles na playlist do dia a dia, como eu? Hoje eu vou apresentar uma das bandas e a outra fica pra próxima. Ao longo do post vou colocando umas fotos e depois vou inserir alguns vídeos.

O nome da banda é Rixton, ela surgiu em 2012 e até hoje não consigo entender o motivo pelo qual eu ainda não os conhecia. Sério! Rixton é uma banda britânica que possui 4 membros - Jake Roche, Danny Wilkin, Lewi Morgan e Charley Bagnall - e inicialmente era chamada de Relics. O nome Rixton, então, surgiu de forma aleatória, mas os membros contam que sempre gostaram de combinar a sonoridade de "R" e "X". Eles possuem influências de diferentes gêneros e graças à isso hoje em dia encontraram o seu próprio estilo e levam todas as influências para suas músicas, dando a elas um toque único e diferente. Não posso deixar de mencionar que no início eu achava eles muito parecidos com One Direction, mas isso passou depois de escutar as outras músicas.



Aos poucos eles vêm conquistando mais espaço no mercado musical, que, na minha opinião, eles merecem muito. Os caras fazem um som contagiante que ganha ainda mais destaque pelos clipes, em sua maioria engraçados e diferentes. Uma das músicas de maior destaque da banda é 'Me and My Broken Heart' que ficou em primeiro lugar no Reino Unido. Quando eu escutei a música pela primeira vez tive a impressão de que já a conhecia de algum lugar, só não sei de onde. 

O último álbum deles foi lançado em 2015 e recebeu o nome de Let The Road, no mesmo ano eles lançaram o álbum This Is Acoustic com as músicas já conhecidas em uma pegada diferente. No final do ano passado eles lançaram no SoundCloud uma música nova como amostra do novo trabalho que está por vir; tudo indica que o lançamento vai ser esse ano e eu realmente torço por isso.



Quando encontrei a banda no youtube foi pelo clipe da música Hotel Ceiling; logo de cara eu já curti o som, por mais que tenha me assustado um pouco com o final do clipe. Mesmo assim entrei no canal e comecei a ouvir outras músicas e a paixão surgiu. Os meus clipes favoritos são de Wait On Me, Make Out (que eu não sei porque mas não tem no Spotify), We All Want The Same Thing e Hotel Ceiling





O estilo das músicas é único e muito empolgante, com exceção do primeiro clipe que é um dos mais românticos. A voz do Jake é maravilhosa, os arranjos, o ambiente dos clipes, eles fazem tudo muito bem. Infelizmente eles não têm o reconhecimento que merecem, mas aos poucos estão crescendo e ganhando o mundo. Fico feliz por compartilhar sobre eles aqui e espero realmente que vocês gostem do som. As músicas também podem ser encontradas no Spotify, é só digitar o nome da banda e pronto.

Infelizmente eles não são tão ativos assim nas redes sociais, no instagram se eu não me engano as últimas postagens são do ano passado e ainda é referente ao novo projeto. Se vocês quiserem acompanhar, aqui tem o twitter oficial da banda. A música nova - I Swear She'll Be The Death Of Me - pode ser ouvida nesse link. 

Crédito de algumas informações: Rixton Brasil


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03/04/2017

Nova linha de funkos de Harry Potter

Em meados de fevereiro aconteceu a Toy Fair 2017 em Nova York que contou com diversos lançamentos de empresas conhecidas e outras nem tão conhecidas assim, sobre artigos geeks, podemos dizer assim. Na feira foram apresentados novos artigos relacionados ao universo de Harry Potter, desde novas canecas e jogos até a uma nova linha de funkos da saga. 



Diferente do que nós já conhecemos, não são novos Funko Pop!, mas sim funkos da linha Rock Candy. São novos bonecos do Harry com a Edwiges, do Rony com o Perebas, da Hermione, da Luna e até um boneco muito charmoso da Bellatrix. Para muitos fãs, a nova coleção supera e muito a já conhecida linha de funkos, por não possuir o formato da cabeça maior do que o corpo. 








Eu particularmente amo ambas as linhas de funkos e quero todos na minha prateleira, mas o money pra isso não tá tendo. Achei os novos bonecos uma gracinha e não vejo a hora de comprar pelo menos um. Fala sério, vê se essa coleção não é digna de se ter em toda prateleira? 









Ainda não há detalhes sobre a data de lançamento e o preço da linha aqui no Brasil, mas quando tudo for liberado eu volto e atualizo o post pra todo mundo poder comprar e ser feliz, ok?

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31/03/2017

Conhecendo o Autor | James Dashner - o criador de Maze Runner

Dando início à uma nova categoria aqui no blog voltada para autores e escritores, falaremos sobre James Dashner. Para quem não está reconhecendo o nome de nenhum lugar, ele é o criador da saga Maze Runner que está sendo adaptada para os cinemas e já ganhou muitos fãs ao redor do mundo. O autor também já escreveu outros livros e recentemente terminou uma nova trilogia. Como eu acabei de ler o primeiro livro de Maze Runner pensei: "por que não explorar mais sobre o autor, mostrar todas as suas obras e talvez despertar o interesse de outras pessoas?", e cá estou eu. 

VIDA PESSOAL

James Smith Dashner nasceu em 26 de novembro de 1972, tem 44 anos e é conhecido pelo seus principais trabalhos, aka Maze Runner e 13ª Realidade. Ele é americano, autor de diversos livros de fantasia para crianças e adultos, tendo como foco a ficção especulativa. Ele nem sempre foi escritor, mas sim um contador. Acredite se quiser, mas James se especializou em Contabilidade na Universidade de Brigham Young, na cidade de Utah.



Trabalhou com o ramo financeiro durante um tempo, até que descobriu seu amor pela escrita e resolveu nos abençoar com as suas histórias, rs. Seus livros começaram a ser publicados em 2003, mas isso é assunto pro próximo tópico. Segundo o nosso amigo wiki, James tem uma esposa - Lynette Anderson - e quatro filhos que vivem com ele em Rocky Mountains.

LIVROS




Tudo começou em 2003 com a publicação do primeiro livro da série Jimmy Fincher que contou com 4 publicações. O primeiro livro chama-se A Door in the Woods, seguido de A Gift of Ice e The Tower of Air, ambos lançados em 2004. O último livro saiu em 2005: War of the Black Curtain. Não conheço a saga e acredito que vocês também não, mas pelo que pude ler o primeiro livro conta a história de um menino que encontra uma porta no meio da floresta (ava, sério memo?) e fica intrigado com ela. 


Em 2008 James voltou a ativa com a publicação do primeiro livro da saga 13th Reality - ou 13ª Realidade -, voltada novamente para o público infanto-juvenil. O primeiro livro foi o único a ser trazido para o Brasil sob o título de O Diário das Cartas Curiosas. Nos anos seguintes James deu sequência à saga, publicando The Hunt for Dark Infinity em 2009, The Blade of Shattered Hope em 2010 e The Void of Mist and Thunder em 2012.



No mesmo ano ele escreveu o volume 1 da saga Infinity Ring, chamado de A Mutiny in Time (Um Motim no Tempo) e depois, em 2014, escreveu o volume 7 da mesma saga, chamado The Iron Empire que pode ser comprado no Brasil, mas não em Português.



Dando continuidade à sua carreira, em 2013 ele publicou o primeiro livro da trilogia A Doutrina da Morte, intitulado O Jogo Infinito. Nessa trilogia James aborda um mundo avançado, repleto de tecnologia, máquinas e invenções. Eu ainda não tive a oportunidade de ler, mas pelo que pesquisei na interneta, parece ser uma coisa bem futurística. Ele deu sequência em 2014 publicando Regras do Jogo e no ano passado lançou o último livro: A Última Fase. Sentiu falta de alguma coisa? Calma, eu criei um tópico específico para falar sobre o maior sucesso do autor. 

THE MAZE RUNNER

Talvez você não tenha ouvido falar da saga Maze Runner, mas sim da trilogia. A questão é: porque existe essa confusão? Acontece que os três primeiros livros da história - que são os que estão sendo adaptados para o cinema - mostram os protagonistas lutando e fazendo de tudo para viver no mundo pós-apocalíptico, certo? A partir do quarto livro, se eu não me engano, o escritor começa a contar o que aconteceu antes para o mundo ter ficado da forma como ficou, ou seja, é o que acontece antes do primeiro livro. O mesmo acontece nos livros seguintes, que consistem em informações sobre o mundo de Maze Runner, como detalhes de tudo que aconteceu para o mundo estar nessa situação, informações sobre o CRUEL e até mesmo sobre alguns Clareanos

Por isso muitas pessoas consideram Maze Runner uma trilogia, pois há história com os protagonistas é contada em apenas três livros. No entanto, por outro lado, os outros três livros também falam sobre o mesmo mundo, o que leva muitas pessoas considerar como uma saga. Eu, particularmente, considero uma saga, mas entendo quem não o faça. Dei essa breve explicação porque eu, Bianca, já vi pessoas chamando Maze Runner de trilogia e outras chamando de saga. 



A saga - vou chamar assim - começa com o livro Correr ou Morrer, onde conhecemos Thomas e um bando de moleque preso em um labirinto. Eles perderam a memória, só sabem o próprio nome e aprenderam a conviver em uma hierarquia, todos colaborando e ajudando. Não vou falar muito porque isso aqui não é uma resenha, mas basicamente eles estão vivendo em um mundo pós-apocalíptico e, pelo parece, são os únicos imunes a um vírus - mas eles não sabem disso ainda. Os dois primeiros livros já foram adaptados para o cinema e o terceiro está sendo gravado, com previsão de ser lançado em janeiro de 2018. Falando nisso, essa é a única saga de James a ser adaptada para o cinema, por enquanto.

Eu terminei de ler o primeiro livro e aproveitei para ver o primeiro filme, assim é melhor de fazer as comparações e perceber o que não foi adaptado, qual cena ficou faltando, entre outros. Não sei se vou fazer uma resenha, talvez sim, o que acham? A sequência se chama Prova de Fogo e logo depois vem A Cura Mortal. Em Ordem de Extermínio ele conta o que aconteceu, como que a Terra ficou daquele jeito. Depois, em Arquivos, nós temos acesso a e-mails confidenciais de uma organização e até à parte das memórias de alguns Clareanos. No último livro, O Código da Febre, ele conta como que a organização surgiu e dá várias respostas importantes aos fãs, inclusive se o CRUEL é bom ou não. (Leitores da saga entenderão).

JAMES NAS REDES

James é um autor bem ativo nas redes sociais. Ele mesmo já disse em uma entrevista que adora a tecnologia. Tu pode acompanhar todos os novos lançamentos, descobrir mais sobre todos os seus livros e ainda conferir a data em que o autor estará em diversas cidades pelo mundo e, talvez um dia, aqui no Brasil, diretamente pelo seu site oficial

Ele também está no facebook, no twitter e no instagram.

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27/03/2017

TRILHA SONORA - UM AMOR PARA RECORDAR

Hoje eu trago um assunto diferente envolvendo duas coisas que eu amo: música e o meu filme preferido. Reassisti  - será que essa palavra existe? - e reli Um Amor Para Recordar nessa última semana que passou e meio que me deu uma vontade de compartilhar a maravilha que é essa história, mesmo que muitos de vocês já a conheçam. Eu não queria fazer uma resenha, pelo menos não nesse momento, então resolvi falar sobre a trilha sonora que deixa o filme ainda mais romântico e eu ainda mais chorona. 

Antes de falar sobre a trilha sonora em si quero esclarecer os pontos que me fazem compartilhá-la e até indicá-la para um momento meio bad da tua vida, então lá vamos nós:
  1. Porque a maioria das músicas são cantadas pela própria Mandy Moore, atriz principal que interpreta Jamie Sullivan;
  2. A voz da Mandy é maravilhosa e não dá vontade de parar de escutar;
  3. As músicas que não são românticas possuem uma pegada mais antiga, nos fazendo realmente mergulhar nos anos 90 (que é quando se passa o filme);
  4. Pra mim, que sou apaixonada pela história, tanto a do livro quanto a do filme, a trilha sonora também é muito significativa, principalmente a letra de algumas músicas.

Todos com os lencinhos nas mãos? 

  • Switchfoot - Dare You To Move

Essa é uma daquelas músicas pra tu escutar dentro do carro olhando a paisagem, sabe como é? Bem dramática mesmo. Romântica, triste e destruidora de sentimentos. 
  • Mandy Moore - Cry

Infelizmente a música não tem um clipe oficial, então eu selecionei um vídeo aleatório com cenas do filme pra deixar tudo ainda mais emocionante. É uma música bem romântica, nhenhenhe, mas eu gosto. 
  • Mandy Moore e Jonathan Foreman - Someday We'll Know

O que é a letra dessa música? As vozes desses dois? Eu não tenho estruturas. Juro. Mais uma vez, um clipe com cenas do filme pra quem ainda não conhece ver um pouquinho e pra quem já conhece matar a saudade. Eu já falei que eu amo a voz da Mandy Moore? 
  • Toploader - Dancing in the Moonlight

Esse clipe é de 2009 e o filme é de 2002, então como isso é possível? Acontece que o clipe só saiu anos depois, eu acho que é isso pelo menos. É uma música mais dançante e ótima pra colocar no último volume e ensinar aos vizinhos o que é uma boa música. 
  • Mandy Moore - Only Hope

Mais uma música com a voz suave da Mandy. Essa canção a personagem Jamie canta no meio do filme, na peça de teatro da escola e é o momento em que a paixão rola, mais ou menos. É emocionante.
  • Switchfoot - You

Uma daquelas bem tristinhas pra tu escutar debaixo das cobertas com o fone. Amo demais! Não é uma das que eu escuto todos os dias, mas com certeza faz parte da minha playlist em um dia que eu tô mais pra baixo. 
  • Cold - No One

Acho que essa mais gente conhece, né? São poucos os momentos em que aparece uma música mais 'alegre', mas vale destacar algumas. 
  • Noogie - Friday On My Mind

Essa música dá vontade de sair dançando pela casa e me traz a imagem de uma vida em um colegial. Não sei por quê. Talvez eu seja louca. 

Eu trouxe aqui algumas das minhas músicas favoritas da trilha sonora do filme, mas se tu quiser ouvir as outras eu indico essa playlist do youtube. A maioria das músicas não possuem clipe oficial, são feitas com imagens e cenas do filme, quando não são em lyric, mas o áudio é bem bom e dá pra ouvir tudo direitinho. O que acharam do post? A ideia era trazer algo diferente e se der certo, trago posts assim de outros filmes e até de séries! 


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23/03/2017

Magisterium: O Desafio de Ferro - Holly Black e Cassandra Clare

Ganhei esse livro no meu aniversário e estou apaixonada pela saga, por mais que tenha lido só o primeiro. Por falar nisso, já encomendei os dois volumes seguintes, mas não sei qual é a da Saraiva que ainda não me entregou. Desabafos à parte, O Desafio de Ferro é o primeiro de cinco livros que compõem a saga Magisterium. Até o momento apenas três foram lançados, mas o volume 4 deve sair até outubro desse ano. É um livro muito amorzinho e me fez lembrar a minha saga favorita (cof cof harry potter cof cof), então eu não poderia deixar de trazer uma resenha bem caprichada pra vocês. 

FICHA TÉCNICA

@algunsteoremasblog - insta :)
Título: O Desafio de Ferro
Título Original: The Iron Trial
Autor(a): Cassandra Clare & Holly Black
Editora: Novo Conceito, publicado pelo selo #irado
ISBN: 978.85.8163.557-6
Gênero: Fantasia, Ficção
Ano: 2014
Nº de Páginas: 381
Sinopse: "A maioria dos garotos faria qualquer coisa para passar no Desafio de Ferro. Callum Hunt não é um deles. Ele quer falhar. Durante toda a sua vida, Call foi alertado pelo pai para ficar longe da magia. Se for aprovado no Desafio de Ferro e admitido no Magisterium, ele tem certeza de que isso só irá lhe trazer coisas ruins. Assim, ele se esforça ao máximo para fazer o seu pior... e falha em seu plano de falhar. Agora, o Magisterium espera por ele, um lugar ao mesmo tempo incrível e sinistro, com laços sombrios que unem o passado de Call e um caminho tortuoso até o seu futuro. O Desafio de Ferro é apenas o começo. A maior das provas ainda está por vir..."

O que falar dessa saga que eu mal conheço e já considero pakas? Brinks! Mas falando sério, é muito bom. Assim como Call no começo da leitura eu tive medo do que esperar do Magisterium, tendo como base tudo o que o pai dele falava. É uma leitura que me envolveu muito, eu me apeguei rápido demais aos personagens e o final me surpreendeu pra caramba. De todas as coisas que eu imaginava que poderia acontecer, que o Call poderia ser, nenhuma se compara ao que realmente ele é, ao que realmente aconteceu nas partes finais do livro. 

A história começa com o Call e o seu pai vivendo suas vidinhas normais, totalmente sem magia, pois foi assim que o pai dele decidiu viver, tendo seus próprios motivos que ao longo das páginas tu descobre quais são. Nós conhecemos os elementais, alguns colegas do ano de ferro e pedaços importantes sobre guerras entre magos que aconteceram alguns anos antes, incluindo a guerra em que Callum, ainda bebê, estava presente.  A história é narrada em terceira pessoa, por isso temos uma visão ampla de todos os fatos importantes. Quando vai para o Magisterium Call faz dois amigos: Aaron e Tamara. Eles se tornam inseparáveis e ainda com as descobertas surpreendentes que acontecem ao seu redor, eles não abandonam um ao outro.

Vemos também um novo tipo de mago, chamado de Makar, que é considerado um dos mais poderosos e o único que pode derrotar O Inimigo. O principal objetivo do Magisterium é encontrar um Makar e treiná-lo, por isso não permitem que crianças com magia vivam livremente na sociedade sem aprender a controlar seus poderes. Nos primeiros dias na escola Call continua desconfiado, com vontade de fugir ou de estragar tudo. Depois de uma conversa com o mago responsável por sua turma, podemos dizer assim, ele muda de ideia e resolve aproveitar o ano de ferro, já que no final ele poderá voltar para o seu pai, se esse for o seu desejo. Mas será que depois de fazer amigos, sentir o gosto da magia e conhecer o Magisterium, Call vai querer desistir de tudo? 
Dica: se tu gosta de Harry Potter, há grandes chances de tu adorar O Desafio de Ferro. Assim como na saga que já conhecemos e adoramos, em Magisterium nós nos vemos novamente em um ambiente de magia e feitiçaria, por mais que abordem aspectos diferentes, como os elementais que eu já mencionei. A amizade que o trio principal desenvolve também é outro ponto que me fez lembrar de Harry Potter, sem mencionar uma revelação importante do final do livro. 
Após a descoberta principal e mais assustadora de todo o livro, Call precisa tomar uma decisão rápido. Ele fica entre a cruz e a espada; se contar, corre o risco de perder os seus amigos e a sua magia; se não contar pode cometer um dos maiores erros de sua vida. Fiquei em dúvida junto com o Call, mas acredito que ele tenha tomado a decisão certa. Esse livro é uma ótima opção para quem, assim como eu, adora fantasia, ficção, histórias envolvendo magia.

Ficou grandinho, né? Mas é que quando eu começo não paro mais, sorry. As duas sequências de Magisterium devem chegar amanhã - sexta-feira, 24 - e assim que terminar de ler eu trago uma resenha nova! 

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